De janeiro a junho de 2025, o Brasil sofreu 3,14 bilhões de ataques cibernéticos, segundo relatório da Fortinet divulgado pela CISO Advisor. O número é alarmante — e mostra que o país continua sendo um dos principais alvos de cibercriminosos no mundo.

O que isso significa? Que nenhuma empresa está imune. Pequenos negócios, startups, escritórios, ecommerces e grandes corporações estão todos na mira de ataques que vão desde phishing e sequestro de dados (ransomware) até invasões silenciosas a sistemas mal protegidos.

Segurança da informação deixou de ser uma escolha. Agora é questão de sobrevivência.

Um dos maiores erros que as empresas cometem é subestimar os riscos digitais ou acreditar que apenas grandes corporações são alvos. A verdade é que os ciberataques estão mais acessíveis, automatizados e direcionados a quem tem menos defesa.

Um único ataque pode causar:

  • Interrupção das operações
  • Roubo de dados estratégicos e sensíveis
  • Vazamento de dados pessoais de clientes e colaboradores
  • Perda de contratos e confiança de parceiros
  • Processos judiciais e sanções administrativas por descumprimento da LGPD

A importância de ter uma estrutura de segurança da informação

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) exige que empresas adotem medidas técnicas e administrativas para proteger os dados que tratam. E isso só é possível com uma estrutura de segurança da informação bem definida.

Essa estrutura envolve:

  • Governança de dados: saber que dados você coleta, por que e onde eles estão.
  • Políticas internas: regras claras de uso, acesso e tratamento de dados.
  • Controle de acessos: restrição e rastreabilidade sobre quem pode acessar o quê.
  • Treinamento contínuo: colaboradores conscientes são a primeira linha de defesa.
  • Resposta a incidentes: plano prático para agir com rapidez quando algo acontecer.
  • Auditorias e monitoramento: avaliação periódica de riscos e vulnerabilidades.
  • Cultura de proteção de dados: todos na empresa devem entender o valor da segurança.

Dicas práticas para proteger sua empresa de ataques digitais

Se sua empresa ainda não começou ou não sabe por onde iniciar, aqui vão ações práticas essenciais:

  1. Implemente autenticação em dois fatores (2FA) em todos os sistemas e e-mails.
  2. Mantenha todos os softwares atualizados (inclusive antivírus e firewall).
  3. Faça backups frequentes e criptografados dos dados mais importantes.
  4. Treine sua equipe para reconhecer e-mails maliciosos e tentativas de phishing.
  5. Crie e atualize um plano de resposta a incidentes.
  6. Reveja contratos com fornecedores de tecnologia, exigindo cláusulas de segurança e LGPD.
  7. Tenha um responsável ou equipe dedicada à proteção de dados (DPO interno ou terceirizado).
  8. Evite o uso de dispositivos pessoais para acesso a dados corporativos, sem controle de segurança.

A pergunta é simples: sua empresa está protegida?

Mais de 3 bilhões de ataques em 6 meses mostram que não é mais uma questão de “se”, mas de “quando” um incidente pode acontecer. E quando isso ocorrer, sua empresa estará pronta para reagir?

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Na Legal Comply, ajudamos empresas a sair da vulnerabilidade e alcançar a conformidade com a LGPD por meio de:

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Não espere ser a próxima vítima. A hora de agir é agora.